Highline reduz prejuízo em 2024
A torreira Highline divulgou hoje, 2, as demonstrações financeiras de 2024. A empresa terminou o ano com uma rede de 5.806 estruturas, menos, portanto, que as 5.869 com as quais acabou 2023. Destas, a maior parte corresponde a sites do tipo Greenfield (4.063), seguido por Rooftop (806), Small Cell (382), DAS/Indoor (265) e Biosite (290).
Nos resultados consolidados, a Highline reportou prejuízo de R$ 221,6 milhões em 2024, inferior à cifra superior a R$ 958 milhões do ano anterior. A receita líquida somou R$ 588 milhões. Por outro lado, a companhia reestruturou parte de suas dívidas por meio de uma terceira emissão de debêntures, de R$ 2,3 bilhões, substituindo emissões anteriores e alongando o perfil do endividamento até 2034 em meados do ano passado.
A gestão diz que o resultado negativo não gera preocupações. “Não existe risco de continuidade operacional (…) a Administração prevê a geração de caixa decorrente dos aluguéis mensais a receber de seus clientes em montante suficiente para liquidar as obrigações a curto prazo”, observa no relatório financeiro.
A companhia informa que tem R$ 177,6 milhões a receber de clientes já faturados, mais do que possuía em 2023. O valor já incorpora possíveis perdas de R$ 30,2 milhões.
A redução do endividamento está definido nas cláusulas das debêntures de R$ 2,3 bilhões. Entre as exigências, encontra-se a manutenção de um Índice de Cobertura do Serviço da Dívida (ICSD) acima de 1,2 a partir de 31 de dezembro de 2024, com aferição trimestral. Além disso, o Coeficiente de Alavancagem deve ser gradualmente reduzido de 6,50x, aplicável no fim de 2024, até 3,50x, a partir de julho de 2030. Em 31 de dezembro de 2024, a Companhia atendia a essas cláusulas.
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